BEM VINDOS!

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A conduta médica depende de avaliação clínica completa.Para maiores informações acessem www.lucianaspina.com.br . Boa leitura!

quinta-feira, 23 de março de 2017

Emagrecer com Saúde: Dieta da Nasa PronoKal®


A dieta proteinada PronoKal®, também chamada de Dieta da Nasa, é um tratamento  para emagrecer baseado em uma dieta proteinada que inclui um fornecimento de proteinas de alto valor biológico sob a forma de preparados ( bebidas , sopas , cremes , sobremesas , omeletes ,pão ... ) , consumo de fibras sobre a forma de verduras ,  de complementos minerais e vitamínicos evitando assim a fadiga e os estados carenciais  e bastante água ( mais de 2L/ dia ).  Progressivamente os alimentos dos vários grupos  alimentares vão sendo incorporados à alimentação, incentivando a adoção de novos hábitos alimentares .
Nos primeiros 2-3 dias em que pode haver uma sensação de fome moderada, depois o mecanismo de cetose se inicia e a fome vai embora. Disposição física e bem estar enquanto as células de gorduras são metabolizadas para fornecer energia ao corpo. 
 A dieta Pronokal®  não é prejudicial a saúde por ser normoproteica, por isso chamada proteinada,  não sobrecarrega o fígado e os rins . Ao contrário melhora condições patológicas associadas a Obesidade como : Diabetes, Dores na coluna, Artrose , hipertensão arterial , hipercolesterolemia , resistência a insulina , apneia do sono, entre outras.
 A dieta  Pronokal ® substitui grande parte  da alimentação tradicional  , diminuindo  assim os custos em  compras de  supermercado e refeições em restaurantes . Com o avançar das etapas o consumo de preparados Pronokal® diminui, o que diminui bastante os custos do tratamento. A perda de peso tende a ser  mais rápida ( 7 a 10 kg /mês )  , o que faz com que a dieta atinja os resultados esperados com custos também limitados .
Numa fase inicial recomenda –se apenas exercício físico leve do tipo caminhadas .  No entanto , com a progressão da dieta , torna-se imperioso e fundamental a realização de exercício físico moderado visando  a manutenção do peso . Os produtos são fáceis de preparar e podem ser utilizados mesmo em ambiente de trabalho.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dieta à base de proteínas de alto valor biológico x dieta hipocalórica padrão

Um estudo desenvolvido ao longo de dois anos na Universidade General Hospital Gregorio Marañón (Espanha), recentemente publicado na revista científica Endocrine, constatou que, após 24 meses, com um programa de perda de peso à base de proteínas de alto valor biológico, foi possível perder mais que o dobro de peso, em comparação a uma dieta hipocalórica convencional.

A pesquisa iniciou com 79 participantes e foi concluída com 45 pacientes: 22 na dieta VLCD proteinada, e 23 na dieta de baixas calorias tradicional. A intervenção para ambos os grupos incluiu acompanhamento periódico com médicos e nutricionistas, grupos de discussão e orientação de atividade física, onde recebiam conselhos individuais e mensagens motivadoras.
Ao final de 24 meses, observou-se que no primeiro grupo, a perda foi de 12,5 Kg contra 5,2 Kg do segundo. Após o mesmo período, mais da metade (54,5%) dos pacientes do primeiro mantiveram a perda de mais de 10% do peso inicial, frente a apenas 13% dos que seguiram a dieta hipocalórica. Além disso, os pacientes do método proteinado apresentaram uma média de IMC - índice de massa corporal - menor que 30, saindo portanto da obesidade, o que não foi conseguido em nenhum momento pelos outros participantes.

O programa proteinado em questão é o Método PronoKal, de origem espanhola, que só pode ser prescrito por médicos, consiste numa dieta de muito baixas calorias, e oferece a quantidade certa de proteína que o corpo precisa. Nele, o paciente entra no estado de cetose, através do qual o corpo usa gordura para obter energia, ocorrendo a perda rápida e eficaz de peso, o que não acontece na dieta convencional.

De acordo com a Dra. Luciana Spina, Mestre e Doutora em Endocrinologia, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade Americana de Endocrinologia, o estudo desmistifica a ideia de que dietas com perda rápida de peso estão associadas ao efeito rebote. "Trata-se do primeiro estudo a nível mundial comparando uma dieta cetogênica a uma dieta hipocalórica padrão por longo prazo", afirma.
Conforme o estudo, com o método não se atingiu a perda de peso só em quantidade, mas também em qualidade, porque houve uma redução 3 vezes maior de gordura visceral, em comparação ao grupo da dieta hipocalórica. "Esta é a gordura localizada na barriga, que é metabolicamente ativa e muito prejudicial à saúde, porque altera o colesterol e colabora para que a pressão arterial suba. Sua redução melhora especialmente o aspecto cardiovascular", explica a médica.

A médica ressalta que o sucesso da manutenção dos bons resultados do primeiro grupo está associado, não apenas à restrição calórica, mas também a uma reposição vitamínica adequada e a abordagem multidisciplinar que o método oferece. "O programa tem o objetivo de mudar o estilo de vida e melhorar a saúde de maneira global, mas não é indicado a todas as pessoas. É preciso ter indicação para segui-lo", alerta.

Fonte: http://www.pronokal.com/noticias

Estudo confirma eficácia da dieta à base de proteínas de alto valor biológico

O Método PronoKal, de origem espanhola, agora sendo chamado pelo público de " Dieta da Nasa", só pode ser prescrito por médicos e consiste numa dieta de muito baixas calorias, que oferece a quantidade certa de proteína que o corpo precisa. Nele, o paciente entra no estado de cetose, através do qual o corpo usa gordura para obter energia, ocorrendo a perda rápida e eficaz de peso, o que não acontece na dieta convencional.
De acordo com a Dra. Luciana Spina, Mestre e Doutora em Endocrinologia, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e da Sociedade Americana de Endocrinologia, o estudo desmistifica a ideia de que dietas com perda rápida de peso estão associadas ao efeito rebote. “Trata-se do primeiro estudo a nível mundial comparando uma dieta cetogênica a uma dieta hipocalórica padrão por longo prazo”, afirma.
Conforme o estudo, com o método não se atingiu a perda de peso só em quantidade, mas também em qualidade, porque houve uma redução 3 vezes maior de gordura visceral, em comparação ao grupo da dieta hipocalórica. “Esta é a gordura localizada na barriga, que é metabolicamente ativa e muito prejudicial à saúde, porque altera o colesterol e colabora para que a pressão arterial suba. Sua redução melhora especialmente o aspecto cardiovascular”, explica a médica.
A médica ressalta que o sucesso da manutenção dos bons resultados do primeiro grupo está associado, não apenas à restrição calórica, mas também a uma reposição vitamínica adequada e a abordagem multidisciplinar que o método oferece. “O programa tem o objetivo de mudar o estilo de vida e melhorar a saúde de maneira global, mas não é indicado a todas as pessoas. É preciso ter indicação para seguí-lo”, alerta.


Fonte: http://www.pronokal.com/noticias

domingo, 19 de março de 2017

segunda-feira, 13 de março de 2017

Dieta proteinada ( Dieta da Nasa) x Dieta da proteína

Perder peso pode ser uma grande luta se não houver um tratamento bem planejado, com dietas prescritas por médicos. E mais: a luta pode ser em vão quando os quilos são recuperados a médio ou longo prazo. Com o objetivo de promover o emagrecimento rápido, mas de forma segura e saudável, a dieta proteinada promete atender pessoas obesas ou com sobrepeso que precisam de reeducação alimentar e controle definitivo do peso.

“Diferente da dieta da proteína tradicional, a dieta proteinada é normoproteica, ou seja, com quantidades normais de proteínas, e se difere das outras justamente por isso. Ela não sobrecarrega o fígado e os rins e não aumenta o colesterol. Ao contrário, ela melhora as condições patológicas associadas à obesidade, como diabetes e hipertensão arterial”, explica a endocrinologista da UFRJ, Luciana Spina.

Enquanto as dietas de proteínas tradicionais são de muito baixa caloria, promovem a perda de peso em maior velocidade e não devem ser feitas continuamente a longo prazo, a dieta proteinada segue o princípio de divisão de etapas.

“A primeira etapa se inicia com restrição de carboidratos, de calorias e processo de cetogênese que vai favorecer a perda rápida de peso com sensação de saciedade e bem-estar. Depois da perda de cerca de 80% da meta desejada, começa a segunda etapa de reeducação alimentar, na qual ainda existe restrição calórica e os carboidratos começam a ser introduzidos no cardápio. Por último, vem a terceira etapa, de manutenção, na qual existe equilíbrio entre o consumo e a ingestão de calorias, para manutenção de peso”, esclarece a especialista.

Na dieta proteinada, a ingestão de gorduras é limitada ao azeite extravirgem e ocorre diminuição dos níveis de colesterol, favorecendo um perfil lipídico mais saudável. Criada pela marca Pronokal (www.pronokal.com/bra), a dieta proteinada, também conhecida como dieta da NASA, já está presente em 15 países, sendo mais de 350 mil pessoas tratadas com o método.

As restrições da dieta são açúcar, arroz, leguminosas, pão, massa , doces, frutas e alguns legumes. Já as fontes de proteínas liberadas: ovos, carnes, aves (carne bovina, carne de porco, frango, peru, coelho, codorna e rã), peixes, mariscos e crustáceos. A quantidade é prescrita segundo as necessidades de cada pessoa.

Fonte: O Sao Goncalo

segunda-feira, 6 de março de 2017

Emagrecendo com Saúde

Dra Luciana Spina

A obesidade é uma doença crônica, que pode causar vários outros problemas de saúde. Como exemplo podemos citar o diabetes mellitus, alteração dos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, hipertensão arterial, problemas respiratórios como a apnéia do sono, problemas osteoarticulares, digestivos e até aumento na incidência de alguns tipos de câncer. A obesidade aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), causada pelas alterações metabólicas e inflamatórias provocadas principalmente pelo excesso da gordura visceral. A obesidade também contribui para a perda da autoestima, depressão, ansiedade e isolamento social.

Como combater esse mal? O médico é fundamental para no tratamento da obesidade, pois somente com a avaliaçao clínica e realizaçao de exames laboratoriais poderemos rastrear e tratar as doencas coexistentes e escolher a melhor conduta terapeutica para cada caso.
Uma dieta traz sempre uma mudança nos hábitos alimentares. Seja por característica da própria abordagem de perda de peso, seja pelo metabolismo de cada um, podem ocorrer efeitos colaterais, com os quais poderá ser preciso lidar, para continuar o tratamento ou interrompê-lo, no sentido de não colocar a saúde do paciente em risco.

Ao se prescrever um plano terapêutico, o médico precisa estar atento as possíveis intercorrências clinicas que podem ocorrer durante o processo de emagrecimento, visando preservar a saúde do paciente. Exemplo, dietas muitos restritivas quando realizadas por muito tempo, sem reposição adequada de vitaminas e minerais podem causar anemia e deficiência de nutrientes que causam queda de cabelo, prisão de ventre, tonteiras e câimbras.
Por isso a necessidade de acompanhamento médico, realização de exames e suplementação de vitaminas e minerais, com intuito de promover perda de peso eficaz sem prejuízo a saúde dos pacientes. Métodos de emagrecimento mais atuais, baseados em dietas Proteinadas são exemplos de uma metodologia eficaz e segura no combate a obesidade.

O acompanhamento a longo prazo é fundamental para evitar reganho de peso. Há necessidade de uma adaptação metabólica do organismo após a perda acentuada de peso, quando normalmente existe uma queda do metabolismo. Nessa fase então as calorias devem ser introduzidas progressivamente. Devemos aproveitar esse período para trabalhar conceitos de mudança de estilo de vida com incorporação de uma alimentação saudável em conjunto com prática regular de atividade física. Esses pontos são fundamentais para o sucesso a longo prazo.

O médico pode solicitar o suporte de uma equipe multidisciplinar, com nutricionista, professor de educação física, e coaching emocional, que juntos vão trabalhar de acordo com o perfil de cada paciente. O trabalho em conjunto por diversos profissionais irão somar os esforços para uma abordagem mais integral ao paciente, propiciando ajuda na etapa de emagrecimento e cuidando para o resultado ser mantido a longo prazo.


Dra Luciana Spina
www.lucianaspina.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Emagrecendo com Saúde

Dra Luciana Spina

A obesidade é uma doença crônica, que pode causar vários outros problemas de saúde. Como exemplo podemos citar o diabetes mellitus, alteração dos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, hipertensão arterial, problemas respiratórios como a apnéia do sono, problemas osteoarticulares, digestivos e até aumento na incidência de alguns tipos de câncer. A obesidade aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), causada pelas alterações metabólicas e inflamatórias provocadas principalmente pelo excesso da gordura visceral. A obesidade também contribui para a perda da autoestima, depressão, ansiedade e isolamento social.

Como combater esse mal? O médico é fundamental para no tratamento da obesidade, pois somente com a avaliaçao clínica e realizaçao de exames laboratoriais poderemos rastrear e tratar as doencas coexistentes e escolher a melhor conduta terapeutica para cada caso.
Uma dieta traz sempre uma mudança nos hábitos alimentares. Seja por característica da própria abordagem de perda de peso, seja pelo metabolismo de cada um, podem ocorrer efeitos colaterais, com os quais poderá ser preciso lidar, para continuar o tratamento ou interrompê-lo, no sentido de não colocar a saúde do paciente em risco.

Ao se prescrever um plano terapêutico, o médico precisa estar atento as possíveis intercorrências clinicas que podem ocorrer durante o processo de emagrecimento, visando preservar a saúde do paciente. Exemplo, dietas muitos restritivas quando realizadas por muito tempo, sem reposição adequada de vitaminas e minerais podem causar anemia e deficiência de nutrientes que causam queda de cabelo, prisão de ventre, tonteiras e câimbras.
Por isso a necessidade de acompanhamento médico, realização de exames e suplementação de vitaminas e minerais, com intuito de promover perda de peso eficaz sem prejuízo a saúde dos pacientes. Métodos de emagrecimento mais atuais, baseados em dietas Proteinadas são exemplos de uma metodologia eficaz e segura no combate a obesidade.

O acompanhamento a longo prazo é fundamental para evitar reganho de peso. Há necessidade de uma adaptação metabólica do organismo após a perda acentuada de peso, quando normalmente existe uma queda do metabolismo. Nessa fase então as calorias devem ser introduzidas progressivamente. Devemos aproveitar esse período para trabalhar conceitos de mudança de estilo de vida com incorporação de uma alimentação saudável em conjunto com prática regular de atividade física. Esses pontos são fundamentais para o sucesso a longo prazo.

O médico pode solicitar o suporte de uma equipe multidisciplinar, com nutricionista, professor de educação física, e coaching emocional, que juntos vão trabalhar de acordo com o perfil de cada paciente. O trabalho em conjunto por diversos profissionais irão somar os esforços para uma abordagem mais integral ao paciente, propiciando ajuda na etapa de emagrecimento e cuidando para o resultado ser mantido a longo prazo.


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Dra Luciana Spina
Endocrinologista- Doutorado pela UFRJ
Programa de Diabetes e Hipertensão da SMSDC-RJ

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Alimentação saudável para pessoas idosas

1º passo: Faça pelo menos três refeições (café da manhã, almoço e jantar) e dois lanches saudáveis por dia. Não pule as refeições!
2º passo: Inclua diariamente seis porções do grupo dos cereais (arroz, milho, trigo, pães e massas), tubérculos como a batata, raízes como mandioca/macaxeira/aipim, nas refeições. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos na sua forma mais natural.
3º passo: Coma diariamente pelo menos três porções de legumes e verduras como parte das refeições e três porções ou mais de frutas nas sobremesas e lanches.
4º passo: Coma feijão com arroz todos os dias ou, pelo menos, cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e bom para a saúde.
5º passo: Consuma diariamente três porções de leite e derivados e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos. Retirar a gordura aparente das carnes e a pele das aves antes da preparação torna esses alimentos mais saudáveis!
6º passo: Consuma, no máximo, uma porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina.
7º passo: Evite refrigerantes e sucos industrializados, bolos, biscoitos doces e recheados, sobremesas doces e outras guloseimas como regra da alimentação. Coma-os, no máximo, duas vezes por semana.
8º passo: Diminua a quantidade de sal na comida e retire o saleiro da mesa.

9º passo: Beba pelo menos dois litros (seis a oito copos) de água por dia. Dê preferência ao consumo de água nos intervalos das refeições.
10º passo: Torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo.

Além da alimentação saudável, a atividade física é importante para manter um peso saudável. Movimente-se! Descubra um tipo de atividade física agradável! O prazer é também fundamental para a saúde. Caminhe, dance, brinque com crianças, faça alguns exercícios leves. Aproveite o espaço doméstico e os espaços públicos próximos a sua casa para movimentar-se. Convide os vizinhos e amigos para acompanhá-lo.

Evitar o fumo e o consumo freqüente de bebida alcoólica também ajuda a diminuir o risco de doenças graves, como câncer e cirrose, e pode contribuir para melhorar a qualidade de vida. Mantenha o seu peso dentro de limites saudáveis!
Fonte:
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Alimentação saudável para a pessoa idosa: um manual para profissionais de saúde. Brasília, 2009

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Orientações para ganho de peso



Dra Luciana Spina


Nem sempre comer de tudo e em grande quantidade é a melhor maneira para se obter um aumento de peso. Ganhar alguns quilos pode ser ainda mais difícil do que emagrecer.
É preciso ter cuidado para não adquirir gordura, mas sim aumentar a massa muscular.


O ideal é planejar uma reeducação alimentar, que ajude você a fazer as escolhas certas, uma alimentação saudável e variada.


veja abaixo algumas dicas:

• Coma sempre devagar e mastigue bem os alimentos, para que os nutrientes possam ser melhor absorvidos  pelo organismo;
• Não coma vendo televisão, lendo revista ou jornal;
• Faça de (04) quatro a (06) seis refeições por dia;
• Evite ficar sem se alimentar por mais de 3 horas, só assim irá atingir o valor calórico que precisa durante o dia;
• Faça sempre um lanche entre as principais refeições;
• Prefira pão integral ao branco, por ser rico em vitaminas do complexo B, que auxiliam no metabolismo dos carboidratos melhorando a produção de energia;
• Consuma alimentos bem concentrados como: sopas grossas, pirões e cremes bem mexidos ou caldos suculentos;
• Consuma frutas secas como: uvas passas, ameixas, bananas, etc...;
• Reforce sempre a alimentação com mais carboidratos, cereais, legumes, arroz, massas, leite e derivados, carne, ovos e proteínas;
• Evite o consumo de alimentos com alto teor de gordura saturada (gordura animal) e também as frituras e os refrigerantes;
• Não consuma sal em excesso, ele aumenta a retenção de líquidos;
• Os doces também são compostos por carboidratos, mas em geral, também são ricos em gordura saturada e colesterol, que em longo prazo, podem elevar o colesterol;
• Use e abuse das frutas, verduras e legumes, além de fornecer fibras, são esses grupos que fornecem muitas vitaminas essenciais para o bom funcionamento do corpo; frutos oleaginosos como castanha-do-pará, nozes, amendoim e amêndoa podem ser incluídos nos lanches durante o dia;
• Prefira o azeite de oliva, por exemplo, à manteiga ou margarina. O azeite de oliva apresenta menor quantidade de gordura saturada, além de maiores quantidades de gordura monoinsaturada, que auxilia no aumento do HDL colesterol (comumente chamado de “bom” colesterol).
• Inclua nos lanches entre as refeições alimentos como: 1 banana ou 1 xícara de cereais ou 1 xícara de leite integral ou 2 torradas ou 1 colher de sopa de geléia ou 1 copo de vitamina de frutas e leite ou 1 pão com queijo ou 1 barra de cereais.


As vitaminas cumprem papel fundamental no ganho de peso. As vitaminas do complexo B são fundamentais. É comum encontrar baixo peso em indivíduos com deficiência de vitaminas e sais minerais - e o complexo B supre essa necessidade.

O apetite costuma aumentar com a suplementação de vitamina B. Além disso, elas fortalecem o corpo e promovem bem-estar, ajudando a manter a saúde da pele, do cabelo, do figado e dos olhos.

Substâncias que aumentam o apetite como o Carnabol também podem ser utilizadas à critério médico, sempre com avaliação e indicação clínica.

Ele também ajuda na absorção de proteínas e vitaminas do complexo B pelo corpo e atua estimulando o apetite o que aumenta a quantidade de calorias ingeridas diariamente.

Incluir vitaminas com frutas e shakes na dieta para engordar também é uma boa opção para quem quer ganhar peso. Uma opção hipercalórica para tomar no café da manhã é com banana e aveia, mistura que ajuda a aumentar a ingestão de calorias saudáveis e proporciona mais disposição.

A prática regular de exercícios físicos também faz parte da dieta para engordar, contribuindo ainda para melhorar a forma física.

Nesse caso, a melhor atividade a se fazer é a musculação, pois além de ajudar a queimar gorduras, também estimula a produção e o aumento de massa muscular.

Vale lembrar que é indicado sempre ter orientação e acompanhamento profissional, para que o treino seja criado de acordo com as características e objetivos de cada pessoa.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Infecção pelo ZIKA vírus




Dra Luciana Spina
Em 80% dos casos a doença pode ser assintomática. Quando os sinais aparecem, em geral de 7 a 10 dias depois da picada, podem ser semelhantes aos da dengue, porém tão menos agressivos que chegam a ser confundidos com os sintomas de uma virose comum. Como desaparecem espontaneamente depois de três a sete dias, na maioria dos casos, as pessoas nem chegam a procurar assistência médica e não recebem o diagnóstico da doença.
Veja os sintomas que fazem parte do quadro típico da infecção pelo Zika virus:

• Febre por volta dos 38 graus;

•  Aumento dos gânglios linfáticos;

• Dor de cabeça, no corpo e nas articulações (que pode durar várias semanas);

•  Erupção cutânea acompanhada de coceira intensa que pode tomar o rosto, o tronco, os membros e atingir a palma das mãos e a planta dos pés;

• Fotofobia (sensibilidade à claridade intensa);

• Conjuntivite (olhos vermelhos, inflamados, lacrimejantes e sem secreção purulenta);

• Diarreia, náuseas, mal-estar;

• Cansaço extremo.

O diagnóstico é basicamente clinico. O médico leva em conta os sintomas e o histórico do doente. Existem exames específicos para pesquisar a presença de anticorpos ou fragmentos dos vírus no sangue do paciente solicitados em determinadas situações.
Casos confirmados de microcefalia indicam que as mães foram infectadas pelo vírus nos primeiros meses de gravidez. Estudos recentes indicam também uma ligação entre o Zika virus e a Síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que provoca fraqueza muscular e paralisia. Essas são as principais complicações dessa virose.

Por enquanto, a única forma de prevenir a infecção é combater os criadouros dos mosquitos, que proliferam em depósitos de água parada nas proximidades das residências.


Não existe tratamento específico contra a infecção pelo Zika virus. Como nas outras viroses, certos medicamentos – analgésicos, anti-inflamatórios, antialérgicos e colírios – são úteis para aliviar os sintomas. Remédios que contêm ácido acetilsalicílico devem ser evitados. Deve-se permanecer em casa, em repouso, redobrar os cuidados com a hidratação e ingerir uma alimentação saudável e balanceada.

Como prevenir a Gripe H1N1



Dra. Luciana Spina

Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus:
* Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;
* Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
* Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
* Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
* Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
* Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
* Procurar assistência médica, se o doente pertence a um grupo (crianças pequenas, idosos, portadores de doenças crônicas) de risco e se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus H1N1 da influenza tipo A. Nos outros casos, permanecer em repouso e tomar bastante líquido para garantir a boa hidratação.
FONTE:  Center Deseases Control (CDC)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Razões ocultas para o ganho de peso

Está engordando e não sabe porquê?
Veja abaixo algumas razões ocultas para o ganho de peso que nem sempre ocorrem pelo excesso de ingestão de alimentos gordurosos e o excesso de carboidratos.
1.    Metabolismo mais lento pela idade ou pela menopausa
2.    Hipotireoidismo
3.    Depressão
4.    Intestino preguiçoso ou prisão de ventre
5.   Alimentos que incham a barriga e provocam gases (feijão, cerveja, leite, milho, brócolis, repolho, couve-flor, cebola, alho)
6.    Falta de nutrientes por má qualidade de alimentação:  deficiência de vitaminas e minerais como a vitamina D, magnésio e ferro podem causar cansaço e menos disposição para atividade física.  Deficiência de serotonina podem deflagrar episódios de compulsão alimentar.
7.    Medicamentos:  Um dos efeitos adversos de vários medicamentos é o ganho de peso, como o dos betabloqueadores, corticoesteróides, medicamentos hormonais e alguns outros comumente usados para enxaqueca podem aumentar o apetite.
8.    Estresse e ansiedade


Converse com seu médico sobre isso e tente entender melhor o que está acontecendo com você.

Escrito por: Dra Luciana Spina

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Carnaval Com Saúde



Quem vai pegar a estrada nesse Carnaval e corre o risco de ficar engarrafado deve estar preparado para não comprometer a sua saúde e de seus familiares. Uma boa sugestão é levar água e frutas frescas no carro. Cuidado com sanduíches feitos com pasta de maionese e presunto, pois com o calor podem estragar e causar infecção intestinal.

Durante os dias de Folia devemos beber líquidos com muita freqüência, o ideal é ingerir cerca de 3 litros por dia, incluindo água, chá gelado, sucos naturais de frutas e água de coco.

Os isotônicos não devem ser tomados ''como água'', pois contêm teores muitos elevados de minerais e açúcar. Devemos evitar refrigerantes, sucos de garrafa e bebidas estimulantes ricas em cafeína. Cerveja com moderação! E se beber não dirija! Procure sempre compensar a cerveja bebendo o dobro de um líquido não alcoólico para evitar ressaca no dia seguinte Outra dica importante é observar a procedência da água que estamos bebendo, de preferência deve ser água mineral e se comprada na rua observar se a tampa possui lacre de proteção. Na dúvida compre água em lojas de grande rede e leve com você na bolsa! O mesmo cuidado vale na hora de pedir gelo. Prefira o gelo industrializado (em cubos, redondo) ao gelo raspado.

Não esqueça que a roupa deve ser leve, folgada, de cor clara e permitir boa evaporação do suor. Evite tecido sintético. Prefira as roupas de malha ou algodão e não deixe de usar protetor solar nas áreas expostas. Procure usar um protetor solar à prova de água e se o sol estiver forte leve com você para repassá-lo mais tarde. Não fique diretamente exposto ao sol, procure passar a maior parte do tempo na sombra e não esqueça de usar chapéu ou boné. Evite a insolação! A escolha dos sapatos também é importante-devem ser confortáveis. Para os homens: Evite ficar sem camisa! A roupa é uma proteção para o corpo. Principalmente as crianças devem ser protegidas com barracas de sol, chapéus e protetor solar. E muita água, é claro! Lembre-se que as crianças são mais sensíveis ao calor e ao sol forte. Não deixe os pequenos abusarem! E lembre-se de levar o repelente, pode ser necessário.

Quanto à alimentação para quem vão desfilar na avenida ou enfrentar maratonas de bailes de Carnaval, algumas dicas: Os cuidados devem começar antes da folia, com uma alimentação leve e equilibrada. Alguns cuidados devem ser tomados durante o Carnaval visando uma boa hidratação e suficiente fonte de energia para não haver comprometimento da saúde. A alimentação nos dias de folia deve ser baseada em frutas, verduras, legumes, alimentos ricos em carboidratos (arroz, massas, batatas, pães e cereais) e proteínas (carnes magras, peixes). Leite desnatado e queijo branco são excelentes fontes de proteínas, assim como a soja e seus derivados. Barrinhas de cereais e frutas secas também são fontes de energia, além de serem práticas e fáceis de levar na bolsa. Evite o consumo de alimentos de difícil digestão como a maionese, queijos amarelos, manteiga, creme de leite, doces e carnes gordurosas. Os molhos das massas e os recheios dos pães e sanduíches devem ser leves.

Evite os lanches que vendem na rua (churrasquinho, camarão, cachorro-quente, sanduíches), pois normalmente são preparados em precárias condições de higiene e podem fazer mal à saúde. Leve um sanduíche preparado em casa, é mais seguro!
Recuperar o “gás” também é importante. Procure dormir no mínimo 8 horas por noite para se restabelecer para o próximo dia. Nos intervalos dos desfiles ou nos bailes, procurar descansar um pouco e lembrar de colocar as pernas pra cima, facilitando a circulação de retorno das pernas. E procure sempre se alongar.

Após uma noite de folia comece o dia com um café da manhã reforçado com pão integral, suco natural de fruta, queijo branco ou iogurte desnatado.
Se você gosta de praia e pretende passar a noite dançando em algum baile se programe para descansar um pouco entre as duas atividades. Passar o dia na praia pode ser bastante desgastante para o organismo, então, após uma refeição leve e nutritiva procure tirar uma “sonequinha” e se recuperar para a noite. Lembre-se: ao comer ou beber demais, nunca tome banho de mar!
Não existe um máximo de bebida alcoólica tolerável, depende de cada organismo, cada um apresenta uma sensibilidade diferente. Porém deve ser evitada em casos de problemas de saúde como o diabetes, obesidade, pressão alta, colesterol e triglicerídeos elevados, uso de certas medicações e se a pessoa for conduzir o carro, é claro!

Brinque bastante mais sem risco para sua saúde. Carnaval com responsabilidade!

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Os 10 Piores Alimentos

Vamos de uma vez por todas evitar esses alimentos. Saúde é nosso bem mais precioso.


10º lugar: Sorvete 

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso. 




9º lugar: Salgadinho de Milho 

  
Desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, irritabilidade, ganho de peso, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios. 


8º lugar: Pizza


Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas de farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.




7º lugar: Batata Frita

Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite. 

6º lugar: Salgadinhos de Batata


Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena. 








5º lugar: Bacon 

O consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.



4º lugar: Cachorro-Quente 

Um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.


3º lugar: Rosquinhas (Donuts)

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada. 



2º lugar: Refrigerantes

De acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar,  os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas. 


1º lugar: Refrigerantes Diet 

Além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.


Fonte: nutricionista Michelle Schoffro Cook 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Disruptores Endócrinos



 Disruptores hormonais ou endócrinos são substâncias químicas que causam alterações no sistema endócrino humano e na produção de hormônios, ou seja, modificando a forma como nossas glândulas deveriam funcionar.

Existem centenas de milhares de compostos químicos com ação de interferência hormonal, como plásticos diversos (bisfenol-A, estirenos, hidrocarbonetos), derivados petroquímicos, organohalogenados (contendo moléculas de cloro ou bromo, como dioxinas, policlorados, DDT) e metais pesados (chumbo, cádmio, mercúrio. Infelizmente eles são usados  em nossas lavouras, em utensílios domésticos, no processamento industrial, como conservantes, como retardantes de combustão, em produtos de limpeza e de higiene pessoal.

Essas substâncias nocivas estão contribuindo para nos engordar e nos deixar doentes: obesidade, câncer, doenças cardíacas, diabetes, hipotireoidismo, problemas reprodutivos, puberdade precoce, defeitos congênitos e muito mais.

Veja abaixo alguns dos pequenos cuidados que devemos tomar:

·         Evite usar potes de plásticos para guardar alimentos.
·        Jamais guarde alimentos quentes em embalagens plásticas, prefira as de vidro ou ágata. Nunca permita que o plástico fino de PVC encoste na sua comida.
·    Cafezinho só em xícara ou caneca de cerâmica, evite  sempre que possível os copinhos de plástico ou isopor.
·         Coma alimentos orgânicos sempre que possível.
·        Prefira os cosméticos livres de parabenos. Os filtros solares devem ser usados sem exageros. Quanto mais alto o fator de proteção mais química é utilizada, para uso diário escolha um FPS 15 ou 20, deixe o FPS 60 para os dias de praia.

Precisamos cobrar das Autoridades providências para evitar ou fiscalizar a comercialização desses produtos.

Veja mais sobre o assunto no site da Sociedade Brasileira de Endocrinologia

Acesse o link abaixo e veja quais são os piores disruptores endócrinos e algumas dicas de como evitá-los.


Alimentos Termogênicos


Dra Luciana Spina

Algumas plantas e ervas têm efeito termogênico, ou seja, aumentam a temperatura corporal, provocam aceleração do metabolismo e redução da gordura  acumulada no abdômen.

Veja abaixo quais são os alimentos  termogênicos e lembre-se que devem ser consumidos de forma constante, fazendo parte do cardápio diário

• Pimenta vermelha
• Gengibre
• Guaraná
• Mate
• Laranja amarga
• Chá verde
• Café
• Vinagre de maçã
• Oleo de coco
• Mostarda

Vegetais fibrosos, como couve, brócolis, acelga, repolho, agrião e rúcula, também tem ação termogênica, pois fazem o corpo gastar energia durante o processo digestivo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Evitando a inflamação através da alimentação

Dra Luciana Spina


Você sabia que existem alimentos inflamatórios que fazem mal à saúde?

Comida processada, carnes gordurosas, frituras, açúcares e doces, batata frita e refrigerantes são exemplos desses alimentos. São cheios de calorias vazias, gorduras do tipo saturadas ou trans, e aditivos químicos, como nitritos e monoglutamato de sódio, que favorecem a liberação de substâncias inflamatórias, conhecidas como prostaglandinas, leucotrienos, ciclooxigenases e tromboxanos. Essas substâncias aumentam os processos inflamatórios, favorecem a obesidade e doenças como diabetes e hipertensão arterial. Devemos evitá-los.


 Você sabe o que é Gordura Trans?

A Gordura trans-saturada é uma gordura produzida por modificação química nos óleos vegetais. Suas principais fontes são os óleos vegetais aquecidos a altas temperaturas, a margarina, e os alimentos preparados com óleos e margarina, como biscoitos, salgadinhos e frituras em geral. Altamente pró-inflamatória, aumenta o LDL (colesterol ruim) e reduz o HDL (bom colesterol), além de acelerar a produção de radicais livres.

Devemos evitar esses alimentos gordurosos e processados, ricos em açúcar e sal e favorecer o consumo dos alimentos anti-inflamatórios naturais. Sim, existem alimentos saudáveis com poder anti-inflamatório!


Veja abaixo quais são os alimentos anti-inflamatórios naturais que não devem faltar em nossa mesa:


     1. Proteínas

As proteínas de origem animal, como carne, peixe, frango, ovo e laticínios, consideradas de alto valor biológico, são a principal fonte estrutural dos nossos músculos, atuam na reparação celular, fornecem aminoácidos essenciais, e são matéria prima para a produção de enzimas com ação anti-inflamatória, como tripsina, quimiotripsina e alfa-amilase.

 A Carne vermelha em excesso deve ser evitada porque ela é rica em ácido araquidônico, uma gordura que desencadeia processos inflamatórios, mas isso não significa que ela deva ser abolida do cardápio, e sim consumida com moderação, alterando seu consumo com carnes mais magras. Uma dica importante é escolher cortes magros de carne vermelha, retirar toda a gordura aparente, e preparar grelhada ou assada.


      2. Carboidratos e fibras

A maior parte dos carbos deve vir de grãos integrais, vegetais e frutas. Além de fornecer a energia necessária para o funcionamento do corpo e para a recuperação muscular, este grupo é rico em fibra alimentar, um excelente anti-inflamatório. Opte por arroz, pão e massa integral. Leguminosas são super saudáveis (feijões, lentilha, ervilha, grão de bico). As verduras e hortaliças devem ser frescas, e consumidas cruas ou pouco cozidas. Frutas são deliciosas e recheadas com fitonutrientes e antioxidantes anti-inflamatórios, principalmente os pequenos frutos como o morango, cereja, amora, framboesa, açaí, jabuticaba, groselha e mirtilo.

 Procure variar ao máximo, coloque diversas cores no seu prato, folhas e legumes verdes, laranja, amarelos e vermelhos. Quanto mais colorido melhor!


      3. Óleos e gorduras boas

 As gorduras boas, ricas em Omega 3, 6 e 9 são excelentes fonte de vitaminas antioxidantes e ácidos graxos essenciais e possuem forte ação anti-inflamatória. Elas são benéficas porque desinflamam, reduzem o LDL (colesterol ruim) e aumentam o HDL (colesterol bom).
Neste grupo se incluem os peixes gordos (salmão, anchova, sardinha, cavala, atum), o azeite de oliva extra virgem, sementes oleaginosas (linhaça, gergelim, girassol, amêndoas, castanhas, nozes), e frutas oleosas (abacate, açaí, cacau, coco).


      4. Água e Bebidas saudáveis

Não se pode esquecer que uma boa hidratação é fundamental para o funcionamento orgânico. Além da água, chás herbais, água de coco, sucos de frutas e de hortaliças são uma excelente forma de se hidratar e potencializar uma ação anti-inflamatória no corpo.

Conheça agora a lista dos alimentos ricos em substâncias anti-inflamatórias e aproveite! Sirva-se e desfrute de uma alimentação mais saudável. Cuide de sua saúde, nosso bem mais precioso.

Hortaliças – alho, alho-poro, azeitona, acelga, agrião, aipo, batata doce, batata yacon, brócolis, broto de alfafa, broto de feijão, cebola, cebolinha verde, cenoura, couve, couve-flor, couve chinesa, couve de bruxelas, cogumelo, espinafre, funcho, nabiça, pepino, pimentão verde, vermelho ou amarelo, rabanete, repolho, tomate, vagem.

Frutas – abacate, abacaxi, acerola, açaí, amora, cereja, coco, framboesa, goiaba, groselha, jabuticaba, kiwi, laranja, limão, lima, maçã, mamão, maracujá, mirtilo, morango, nectarina, pêra, pêssego, romã, ruibarbo, tangerina, uva.

Peixes e frutos do mar – anchova, atum, arenque, bacalhau, cavala, linguado, marisco, ostra, salmão, sardinha, truta.

Condimentos e especiarias – açafrão, alecrim, anis, basilicão, cacau, canela, cravo, coentro, cúrcuma, gengibre, hortelã, menta, orégano, pimenta, salsa, tomilho, vinagre de maçã.

Nozes e sementes – amêndoa, avelã, castanha do para, castanha de caju, girassol, gergelim, linhaça, noz, amendoim.

Óleos – azeite extravirgem, óleo de coco, óleo de palma.

Bebidas – camelia sinensis (chá verde, chá preto, chá branco, chá vermelho), chá de camomila, chá de erva-doce, chá de erva cidreira, chá de hortelã, chá de boldo, chá de carqueja, chá mate, água de coco.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Pathway Fit: Perfil genômico para condicionamento e preparação física- Novo teste genético auxilia a perda de peso


Pathway Fit: Perfil genômico para condicionamento e preparação física. 

Vc já ouviu falar nesse exame? É um novo teste genético que auxilia o combate à obesidade.

Simples de ser realizado, feito através saliva, o Pathway Fit, lançado há pouco tempo no Brasil, promete indicar o "mapa da mina" de cada pessoa e oferecer orientações personalizadas de dieta e exercícios.

A proposta do exame genético Pathway Fit é avaliar mais de cem genes para sugerir dicas de nutrição e exercícios que possam ser mais benéficos para cada um.
Os resultados podem indicar quatro tipos de dieta (mediterrânea, com pouca gordura, com pouco carboidrato e balanceada) e dizer se a pessoa tem tendência a recuperar os quilos já eliminados.
O teste também pode dizer se o paciente tem deficiência de vitaminas e se ele se beneficiaria mais de exercícios de resistência ou de força, entre muitos outros resultados.
 O exame é baseado em estudos que mostram que pessoas com determinados genes respondem melhor ou pior a determinadas ações ou dietas e está disponível nos laboratórios da rede Dasa, no Rio de Janeiro, com o nome de  Perfil genômico para condicionamento e preparação física.  

A Dra Luciana Spina comenta que um dia a genética poderá ajudar a explicar por que algumas pessoas respondem a certas dietas e outras, não. Poder saber quais alimentos aceleram ou diminuem o metabolismo de cada um é usar a genética à favor da individualização do tratamento.

Segundo a Dra.Luciana Spina, o Pathway Fit deve ser solicitado e interpretado pelo seu médico ou Endocrinologista, e lembra que há uma ressalva na aplicação deste teste no Brasil: o exame foi baseado em estudos com populações brancas e pode haver fatores genéticos e não genéticos em diferentes etnias que podem produzir diferentes resultados em populações não caucasianas. " A nossa população é muito miscigenada e somente com o tempo e a análise de seguimento de quem fez o teste, será possível determinar se realmente um teste como esse causará impacto na qualidade de vida. Precisamos lembrar que estamos expostos a fatores ambientais que podem mudar o que está determinado pela genética".

Apesar dos avanços em pesquisa a Dra recomenda: " Melhorar qualidade de vida, ter uma alimentação variada e saudável e praticar atividade física regular é o segredo de qualquer dieta. O teste pode ajudar mas sozinho não vai resolver o problema".

Saiba mais sobre o assunto em: https://www.pathway.com/portuguese/
http://www.richet.com.br/pagina/testes-geneticos/