BEM VINDOS!

BEM VINDOS ! Espaço exclusivamente utilizado para divulgação de dicas em saúde.
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A conduta médica depende de avaliação clínica completa.Para maiores informações acessem www.lucianaspina.com.br . Boa leitura!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Contra a Dengue.

Endocrinologista Rio de Janeiro Botafogo Zona Sul RJ - Dra. Luciana Spina - (21) 2103-1500 Repelente Caseiro de Citronela



Receitas de Repelente Caseiro de Cintronela
REPELENTE DE CITRONELA
T i n t u r a
200g da planta seca e triturada
1 litro de álcool comum (para uso externo) a 70%
1 vidro de boca larga e escuro, de preferência, com capacidade mínima de 1 litro
1 frasco escuro para acondicionar
1 funil
1 papel filtro
pano branco e limpo para coar e etiquetar
Modo de fazer
Pesar 200g da planta seca e triturada. Colocar num frasco de boca larga. Despejar 1 litro de álcool a 70% sobre a erva. Tampar o frasco e cobrir com papel escuro, se o vidro for claro. Deixar em maceração por no mínimo 8 e no máximo 21 dias, em local seco e protegido da luz. Agitar 2 vezes diariamente. Coar com o pano branco e completar o volume para 1 litro, passando mais álcool a 70% sobre o resíduo da planta. Filtrar em papel filtro e guardar em frasco escuro. Rotular.
Validade: 2 anos
L o ç ã o R e p e l e n t e
Ingredientes para 1 litro de loção (100%):
150ml de glicerina líquida (15%)
150 ml de tintura de Citronela (15%)
350 ml de álcool de cereais (35%)
350 ml de água mineral, destilada ou filtrada (35%)
Modo de fazer
Misturar todos os ingredientes em partes iguais e embalar em recipiente de cor âmbar.
Passar na pele quando estiver em locais com moscas e mosquitos.
Sobre a Citronela
A citronela é uma planta parecida com capim, originária da Ilha de Java, na Indonésia, que possui características interessantes, mas ainda pouco aproveitadas pelo homem.
O vegetal é rico em citronelal e o geraniol, substâncias que dão a ela um odor cítrico semelhante ao do eucalipto. Devido a isso, pode-se usá-la como aromatizador e em produtos de perfumaria.
Mas não pára por aí, a citronela possui outra qualidade: o mesmo cheiro que agrada tanto aos humanos é insuportável aos insetos, como moscas e mosquitos, característica que faz dela um repelente natural, além de ecológico, pois espanta os animais ao invés de matá-los.
Segundo a aromaterapia, a citronela também funciona como antidepressivo, anti-séptico, desodorante, tônico e estimulante.
Há quem pergunte se apenas cultivando a citronela no jardim é possível usufruir do poder repelente da planta. A resposta é sim, mas com uma ressalva: para que o resultado seja positivo, é preciso plantar a citronela no caminho percorrido pelo vento, de forma que leve o aroma até o local de onde desejamos manter os mosquitos afastados.
Uma outra forma de aproveitar o poder repelente da planta é fazer um chá com as folhas da planta e usá-lo para limpar o chão, passar em parapeitos de janelas, etc.
O método industrial de extração do óleo essencial da citronela é conhecido como “arrasto de vapor”. As folhas são colocadas em um recipiente e passam a receber vapor d’água constantemente. A água é aquecida em uma caldeira. Ao passar pelas folhas da citronela, o vapor leva junto o óleo essencial, separado da água, em seguida, por condensação.
Já a extração caseira do óleo essencial da citronela não é muito simples. Segundo informações da Seção de Plantas Aromáticas do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), pode-se colocar as folhas com um pouco de água num panela de pressão: o vapor que sair de lá também vai conter óleo essencial.
O problema é recolher este vapor, para daí extrair o óleo.
Uma outra dica é que o óleo essencial da citronela é também solúvel em álcool. Assim, se misturarmos as folhas ao álcool, naturalmente o óleo essencial vai ser liberado. Aqui o problema é o seguinte: outras substâncias presentes na folha, como clorofila e pigmentos, também são solúveis em álcool e, neste caso, não teríamos o óleo puro como se obtém por meio do vapor d’água.

Fissura por doces pode ser falta de nutrientes


Quando dá aquela vontade de comer alguma coisa, geralmente acabamos apelando justamente para o que deveríamos evitar. Devemos prestar atenção a algumas fissuras, pois elas podem ser um sinal de que falta algum nutriente importante para o bom funcionamento do organismo. Todavia, atacamos sempre alimentos que são viciantes e que não tem substâncias essenciais para o nosso corpo.
Pessoas que já experimentaram o vício alimentar dizem que os mais estimulantes são o açúcar, a farinha branca, chocolate, café e álcool. E a abstinência costuma trazer sintomas desagradáveis como dor de cabeça, fissuras ainda maiores, depressão e ansiedade e uma única mordida é capaz de aliviar estes sintomas. Mas lembre-se sempre que aliviar os sintomas não é curar o vício. Os primeiros dias de desintoxicação são os piores, mas aos poucos o corpo para de pedir para beliscar a todo momento.
Para metabolizar o açúcar refinado, o organismo usa nutrientes vindos de outras fontes, Outras fontes podem ser outros alimentos ingeridos ou micronutrientes dos próprios tecidos. "Perdemos vitamina B, cálcio, fósforo e ferro de nossa própria reserva para digerir o açúcar refinado." Com isso, o corpo acaba dando o sinal de fome para tentar adquirir os nutrientes perdidos. Assim, para diminuir a fissura por alimentos viciantes, a especialista sugere algumas substituições mais nutritivas.
-Açúcar refinado (bolo, bolachas, guloseimas, sorvete): podem ser substituídos por grãos integrais, abóbora, maçã, frutas cozidas, carnes, alimentos salgados, laticínios, banana congelada, sobremesas adoçadas com malte de cevada, entre outros.
-Álcool: troque por carboidratos compl exos, vegetais, milho, vegetais folhosos amargos, missô, molho de soja, proteína animal, cerveja sem álcool e suco de frutas.
-Café: vegetais, salada, carne vermelha, açúcar, grãos integrais, alimentos salgados.
-Sal: algas, vegetais adocicados, carne, molho de soja, ervas e especiarias.
-Laticínios: vegetais verdes, grãos integrais, feijão, peixe, frutas, tofu e leite de amêndoas.
-Gorduras: feijão, peixe, frango, ovo, frutas e vegetais.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Como evitar crises de Enxaqueca



A Enxaqueca geralmente se apresenta como uma dor pulsátil ou latejante (podendo ser em pressão ou aperto) nas regiões da fronte e têmpora.
A intensidade é moderada a severa ou severa e normalmente se apresenta sempre do mesmo lado da cabeça (em 40% dos pacientes é dos dois lados).
São frequentemente acompanhadas de desconforto gástrico e até vômitos, com intolerância a luz, sons altos e cheiro forte e geralmente incapacita o paciente para as suas atividades normais.
Ela piora com esforços ou atividades físicas e costumam durar em média de 4 a 72 horas quando não tratadas.


Sinas antes das crises de Enxaqueca

Há pessoas que sentem que vão ter uma crise de enxaqueca por meio de “avisos”  um dia ou algumas horas antes. Esses "avisos" são sensações do tipo:

✔ Desconforto na cabeça;
✔ Bocejos freqüentes;
✔ Irritabilidade;
✔ Perda da capacidade de concentração ou raciocínio;
✔ Diarréia;
✔ Desejo exagerado por algum tipo de alimento ou aversão total;
✔ Desconforto abdominal;
✔ Palidez (muito freqüente em crianças);
✔ Muitas apresentam alterações visuais (visão embaçadas, flash luminoso, perda parcial da visão), são classificadas como crises que podem durar cerca de 30 minutos, e logo após desencadeia a enxaqueca.

Para evitar as crises procure evitar os fatores desencadeantes mais comuns:

✔ Bebida alcoólica,
✔ Cheiros fortes,
✔ Exposição solar,
✔ Estresse emocional,
✔ Esforço físico em excesso,
✔ Alguns alimentos que acentuam as crises e as freqüências da enxaqueca:
✔ Café, chá mate e preto, refrigerantes (tipo cola),
✔ Chocolate, aspartame,
✔ Carnes defumadas, enlatados, embutidos,
✔ Amendoim, queijos amarelos,
✔ Manteiga, bebida achocolatada,
✔ Azeitonas, ervilhas, picles, vagem,
✔ Figo, passas, nozes, mamão,
✔ Alimentos industrializados com glutamato monossodico,
✔ Sorvetes, bolos e bolachas de chocolate,
✔ Pizzas e macarrão com molhos de queijo.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Novo remédio para Emagrecer: Lorcaserina

O cloridrato de lorcaserina, que ganhou o nome fantasia Belviq, age no sistema nervoso central como agonista (substância química que se liga a um receptor) do receptor 5-HT2c, um dos tipos de hormônio serotonina, que proporciona a saciedade. Além disso, esse mecanismo faz aumentar o metabolismo basal e a queima de gordura, por tornar-se um poderoso termogênico por aumentar a temperatura corporal e quebrar as moléculas adiposas.

Estudos foram realizados com um grupo de 3.182 pacientes, dentre eles obesos com IMC (Índice de Massa Corporal) acima de 30 e pessoas com sobrepeso com IMC maior que 27 com doenças relacionadas como hipertensão e diabetes tipo 2. Esse grupo foi dividido em 2, sendo que um deles recebeu a lorcaserina 2 vezes ao dia e o outro, apenas placebos. Além do medicamento, os pacientes foram expostos a exercícios físicos diários e à alimentação balanceada.

Lorcaserina

Ao final da pesquisa, que durou 2 anos, quase metade do grupo que ingeriu a lorcaserina perdeu, no mínimo, 5% de seu peso inicial, enquanto o do placebo apenas 20% conseguiu se livrar de alguns quilos. Sendo assim, esse produto funciona mesmo.

Além disso, a lorcaserina mostrou outros benefícios como o controle da pressão arterial, do colesterol total, das triglicérides, da glicemia de jejum, da insulina, da frequência cardíaca e, principalmente, no tratamento contra a dependência da nicotina.

A lorcaserina faz perder pelo menos 5% de sua massa corporal no período de 2 anos. Entretanto, tudo depende de seu esforço ao praticar atividades físicas regulares e ao se alimentar corretamente.

Efeitos Colaterais
Felizmente, não foram observados efeitos colaterais muito graves com o uso do Belviq. Alguns deles foram: dores de cabeça, infecção no trato respiratório superior, sinusite, nasofaringite e náuseas. Pouquíssimas pessoas relataram ter sofrido de ansiedade, depressão e de pensamentos suicidas após a ingestão desse medicamento.

Contra Indicações
O Belviq não pode ser usado em conjunto com outros remédios que aumentem as taxas de serotonina no cérebro ou que ativem os seus receptores. Estão incluídos nesse grupo os medicamentos contra enxaquecas e depressão. Ele também é contra-indicado para lactantes, gestantes e menores de 18 anos.
só pode ser prescrito pelo médico depois de rigorosos exames e a constatação de que o paciente possui condições de tomá-lo sem que cause danos à saúde.


No Brasil, a venda do medicamento ainda não foi autorizada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e deverá ser vendido somente com receita controlada. Ainda não se sabe quando este medicamento chegará ao Brasil.
Todo medicamento para emagrecer precisa ser acompanhado de uma alimentação balanceada além de exercícios físicos regulares para que a perda de peso seja a esperada.

Correndo pelo Diabetes


Campanha Dia Mundial do Diabetes 2013

Todo ano, em 14 de novembro, é celebrado o Dia Mundial do Diabetes. O tema que foi escolhido para o período de 2009 a 2013 pela International Diabetes Federation e adotado por todas as entidades filiadas é: "Diabetes: Educar para Prevenir".
A cada ano, o Dia Mundial do Diabetes é centrado em um tema relacionado, direta ou indiretamente, ao diabetes. Os tópicos abordados em anos anteriores e que estarão em pauta até 2013 é a educação. Por enquanto, o foco central em 2013 continua igual ao de 2012, sob o tema "Diabetes: Proteja Nosso Futuro", tendo como meta a necessidade de educação sobre diabetes e o aumento de programas de prevenção.

Alguns dos objetivos da campanha deste ano são: aumentar a conscientização dos sinais de alerta do diabetes e promover ações para incentivar o diagnóstico precoce ; promover ações para reduzir os principais fatores de risco para o diabetes tipo 2; promover ações para prevenir ou retardar as complicações do diabetes. 
Esse ano a Sociedade Brasileira de Diabetes- regional RJ está organizando uma corrida no dia 9 de novembro de 2013. Participe! Divulgue!
Site do Dia Mundial do Diabetes www.diamundialdodiabetes.org.br

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Dieta Proteinada PronoKal®




A dieta proteinada PronoKal® é um tratamento de perda de peso baseado em uma dieta proteinada que inclui um fornecimento de proteinas de alto valor biológico sob a forma de preparados ( bebidas , sopas , cremes , sobremesas , omeletes ,pão ... ) , um consumo de fibras sobre a forma de verduras , um consumo de complementos minerais e vitamínicos evitando assim a fadiga e os estados carenciais , um consumo de água ( mais de 2L/ dia ).  Progressivamente vão sendo introduzidos os alimentos dos vários grupos  alimentares ajudando o paciente a adotar novos hábitos dietéticos . É fundamental o apoio gratuito da equipe de nutricionistas da Pronokal® no processo de perda de peso e até 2 anos depois de tê- lo iniciado , o que será extremamente importante na manutenção do peso perdido .

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Dicas para uma perda de peso saudável

Endocrinologista Rio de Janeiro Botafogo Zona Sul RJ - Dra. Luciana Spina - (21) 2103-1500

1- Não pule refeições 
Ao pular refeições você está colocando seu corpo em posição defensiva. O seu organismo vai tratar de parar qualquer processo de queima de gordura, porque quando o seu corpo começa a sentir um período de fome e privação de alimentos ele retarda o metabolismo. 
Isso não é bom para perda de gordura. A gordura passará a se prender ao seu corpo como um mecanismo próprio de preservação. Procure fazer cinco pequenas refeições ao longo do dia ao invés de apenas uma ou duas grandes refeições. 

2- Tenha Paciência
A maioria das pessoas que começa uma dieta quer perder vários quilos por semana. É importante ter em mente que o corpo humano não consegue naturalmente perder mais de 1 quilo por semana sem comprometer a massa muscular. Se você perder gordura muito rapidamente, você estará perdendo tecido muscular também. E isso contribuirá para parar o processo de perda de gordura. 

3- Não seja radical no corte de calorias
Fazer uma dieta de 500 calorias por dia como muitas pessoas fazem inicialmente irá fazer você perder gordura, mas o processo irá parar rapidamente. O organismo irá ativar o mecanismo de sobrevivência e reterá toda gordura do seu corpo. 
Se você continuar essa dieta por um longo período de tempo, além de perder grande parte da sua massa muscular, você ainda correrá o risco de ficar doente já que dificilmente estará consumindo a quantidade mínima recomendada de vitaminas diárias. 

4- Coma as gorduras certas
Isso mesmo. Para perder gordura você deve comer gordura. Mas é preciso comer a gordura certa. Gorduras saturadas são as erradas. Elas estão presentes em leite integral, bolos, biscoitos, manteiga, doce de leite,... Elas é que fazem mal para você. Gorduras insaturadas são as certas. Elas estão presentes em óleos vegetais, azeite, nozes, azeitonas, peixe,... O seu organismo precisa de gorduras insaturadas para executar funções vitais e também para eliminar a gordura concentrada do seu corpo. 

5- Faça um exercício físico AERÓBICO
Exercício físico aeróbico consiste em atividades que usam grandes grupos musculares ritmicamente por um período entre 20 a 30 minutos ou mais tempo enquanto mantendo seus batimentos cardíacos entre 60 e 80% do máximo. Pense em aeróbica como uma atividade longa em duração e baixa em intensidade. Dentre elas estão andar, correr, pedalar e nadar. Além de trazer benefícios cardio-vasculares, exercícios aeróbicos queimam a gordura corporal.

6- Faça um exercício físico de GANHO MUSCULAR
Ao aumentar sua massa muscular você está acelerando o seu metabolismo. Faça um trabalho com pesos 2 a 3 vezes por semana e você começará a desenvolver mais músculos, acelerar seu metabolismo e perder mais gordura.

7- Varie
Nada mais chato que uma rotina. No processo de emagrecimento, varie as atividades aeróbicas e cardápios. Ficar comendo a mesma comida diariamente pode contribuir para o desejo de sair da dieta. Da mesma forma, ficar fazendo o mesmo exercício físico todos os dias pode ficar chato. Procure fazer bicicleta um dia, correr no outro, fazer uma aula de aeróbica no outro,... A variação vai motivá-lo a continuar o processo.

8- Pense a longo-prazo
A perda de gordura tem que ser encarada como um processo de longo prazo. Isso não quer dizer que você não possa se sentir mais magro a cada dia. Pelo contrário, se você encara a perda de gordura como um processo contínuo e consistente, você terá resultados permanentes e muito mais satisfatórios. Lembre-se que você quer perder gordura e não músculo.

Fonte: www.psicobesidade.com.br

Alimentos que ajudam a aumentar a concentração

Para desenvolver a concentração precisamos nos disciplinar, devemos adotar certos hábitos e alimentos que contribuam na nosso concentração. Além disso, ela também nos ajuda no desempenho das tarefas do cotidiano, seja em casa ou no trabalho. Diante disso, segue um conjunto de alimentos que ajudam a aumentar a concentração.



• Cereais integrais: São boas opções para manter o bom funcionamento do sistema nervoso, pois melhoram a comunicação entre os neurônios.

 • Chá verde: Melhora a concentração.

 • Arroz integral: Conserva a boa rotina do sistema nervoso. Pode ser utilizado em todas as refeições.

 • Biscoitos integrais: Mantém o bom funcionamento do sistema nervoso. Podem ser incluídos no café da manhã ou nos lanches intermediários.

 • Pão integral: Auxilia a manter o adequado funcionamento do sistema nervoso. Pode ser incluído no café da manhã ou nos lanches intermediários.

domingo, 28 de julho de 2013

Cozinhando sem gordura

É recomendável usar menos gordura na culinária, diminuindo a quantidade de gordura usada na confecção dos alimentos ou usando molhos mais magros para temperar.

Deve-se guardar, para ocasiões especiais, os alimentos fritos tradicionais (batatas fritas, croquetes, rissoles, pastéis), empanados, folhados ou assados no forno com gordura.

Antes de cozinhar, recomenda-se retirar a pele das aves e gorduras aparentes das carnes; a pele dos peixes também deve ser retirada.

O leite integral e derivados (iogurte, queijo, requeijão) devem ser substituídos pelas variedades mais magras, como semi- desnatado ou desnatado.

É preferível usar conservas de peixe em molho de tomate ou água em vez do conservado em óleo.

Ao refogar
Fritar a cebola (usando o dobro da quantidade que se usaria habitualmente) numa mistura de água e gordura (pouca), acrescentando sempre mais água. Para dar mais cor, junta-se no início uma colher de chá de polpa de tomate.

Ao gratinar
Usar queijo magro ralado que se prepara adquirindo queijo branco e deixando-o secar na geladeira uns dias, antes de ralar.

Ao temperar saladas
Juntar a uma colher de chá de azeite uma boa quantidade de sumo de limão ou vinagre de vinho e ervas: oréganos, coentros…

Em alternativa, preparar um molho de iogurte:
Receita 1: Bater 200 ml de iogurte magro com o sumo de meio limão e 2 colheres de sopa de ervas picadas (coentros, salsa, cebolinha, etc.). Temperar com sal e pimenta.
Receita 2: Bater 2 iogurtes magros com 2 colheres de polpa de tomate e 1 colher de sobremesa de vinagre. Juntar 1 dente de alho picado e temperar de sal e pimenta.


Ao assar no forno 
Limpa-se previamente a carne de todas as gorduras visíveis.
Prepara-se uma marinada com que se envolve a carne, durante 24h, na geladeira, em recipiente fechado. A marinada pode incluir: alho, cebola, salsa, louro, vinho branco maduro, tomate, pimenta, rosmaninho ou tomilho (para a carne de porco) ou oréganos (para a carne de vaca). Esfrega-se bem a peça de carne com esta marinada que, depois de retirada, vai a assar em forno previamente aquecido, embrulhada em papel de alumínio ( de modo a que o suco não se perca para a assadeira), em tabuleiro untado com azeite. Para dar mais cor à carne, pode abrir-se o papel no final do cozinhamento.

adaptado de http://www.roche.pt/emagrecer/

Intestino saudável: Evitando a Disbiose Intestinal

O nosso intestino é um órgão funcionalmente ativo que possui uma flora intestinal própria. No intestino grosso onde a flora ou microbiota é mais numerosa e diversificada, há o predomínio das bactérias probióticas que possuem ações benéficas para o organismo. Entretanto, nosso intestino também pode ser habitado por bactérias nocivas. Quando existem mais bactérias nocivas do que as benéficas, chamamos esse desequilíbrio de disbiose intestinal. Esse desequilíbrio normalmente está relacionado à má alimentação. A dieta ocidental pobre em fibras, rica em açúcar e aditivos alimentares está diretamente relacionada com a saúde intestinal. O uso contínuo de medicamentos, estresse e uso abusivo de laxantes também pode causar disbiose intestinal.O diagnóstico é feito de forma clínica, não há exames laboratoriais específicos. São comuns as alterações inflamatórias intestinais e sintomas como diarreia, dor abdominal, flatulência e prisão de ventre.
A disbiose também provoca dificuldade na perda de peso e no desenvolvimento de massa muscular. Isso acontece porque a doença prejudica a absorção de nutrientes como as vitaminas e minerais e esses servem de co-fatores para o nosso metabolismo.
Podemos tratar com suplementos a base de probióticos (isolados) e através da alimentação. A dieta deve ser rica em fibras solúveis, insolúveis, amido resistente e oligossacarídeos. Esses nutrientes estão naturalmente em alimentos de origem vegetal, como cebola, alho, tomate, banana, farinha de banana verde, cevada, aveia, trigo, mel, talos, raízes, folhas e sementes de diversos vegetais. Aumente a ingestão de frutas, alimentos crus e cereais ricos em fibra. A prevenção está na alimentação saudável e de preferência sem açúcar e aditivos. E sempre cuidar do hábito intestinal.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Desmistificando o anticoncepcional oral

A pílula pode ser usada da adolescência até a menopausa. Não existe uma idade determinada para iniciar e terminar o uso da pílula, mas existem situações onde o seu uso é contra-indicado. 

As pílulas anticoncepcionais podem conter na sua composição estrógeno e progestágeno juntos, são as chamadas pílulas combinadas,  ou apenas progestágeno. No Brasil, o estrógeno usado na maioria das pílulas é o etinil-estradiol e o que muda de uma pílula para outra é a sua dosagem. Atualmente, temos o que chamamos de pílulas de baixa dosagem, que são as pílulas com dose de etinil-estradiol menor que 50 mcg. Hoje no mercado, só temos pílulas de baixa dosagem que variam de 35 mcg até 15 mcg. Em relação aos progestágenos existem diversos tipos que variam no seu efeito clínico. Existem progestágenos que diminuem os efeitos dos hormônios sexuais masculinos, outros que diminuem a retenção de líquidos, por exemplo.

A redução no nível hormonal das pílulas se refere a dosagem de etinil-estradiol. Sabemos que o principal fator de risco para trombose (formação de coágulo no sangue dentro dos vasos sanguíneos) nos anticoncepcionais hormonais é o componente estrogênico. A redução da dose de estrógeno para menos de 50 mcg (pílula de baixa dosagem) serviu para diminuir, principalmente, o risco de trombose.

Além de prevenirem a gravidez, as pílulas também podem regularizar o ciclo menstrual, diminuir o fluxo menstrual, diminuir a ocorrência de cólicas menstruais, melhorar acne leve e hirsutismo (pêlos em quantidade aumentada e em locais não habituais como buço e queixo) e proteger contra alguns tipos de cânceres como ovário e endométrio (parte interna do útero).

As pílulas anticoncepcionais, assim como qualquer outro medicamento, podem causar alguns efeitos colaterais. Estes podem variar desde leves alterações, como enjôo, vômito, dor de cabeça, tonteira, cansaço, ganho de peso, acne, cloasma (mancha escura na face), mudança de humor, diminuição do desejo sexual ou varizes até alterações mais graves como trombose e tromboembolia pulmonar. A trombose representa a coagulação do sangue dentro dos vasos sanguíneos, que mais frequentemente ocorre nas pernas, obstruindo a passagem de sangue nesse vaso. A embolia pulmonar ocorre quando há um deslocamento de partes desse trombo para os vasos do pulmões, causando dificuldade de respirar, que pode ser fatal.
As pílulas são contra-indicadas em diversas situações onde podem agravar determinadas doenças e aumentar o risco de trombose e suas complicações, tais como:

- História prévia ou atual de câncer de mama;
- História prévia ou atual de trombose venosa profunda ou tromboembolismo pulmonar;
- Hipertensão arterial não controlada ou com doença vascular;
- Trombofilias (Doenças com risco de desenvolver trombose);
- Doença cardíaca isquêmica atual ou passada (angina ou infarto);
- História prévia ou atual de acidente vascular cerebral (derrame);
- Diabetes descontrolado ou com doença vascular;
- Válvula cardíaca metálica;
- Enxaqueca com aura;
- Mulher >35 anos e tabagista;
- Cirrose hepática;
- Hepatite aguda;
- Tumor no fígado;
- Amamentação com menos de 6 semanas pós-parto;
- Pós-parto sem amamentação com menos de 3 semanas;

Para evitar o desenvolvimento dessas complicações, o ideal é que a pílula seja usada somente após uma consulta detalhada com seu médico, onde serão investigadas possíveis contra-indicações para o uso do contraceptivo hormonal.

domingo, 14 de julho de 2013

Como prevenir a Osteoporose

A osteoporose é uma doença que pode se manifestar na idade adulta, mas que pode ter seu início desde a infância. Logo, é importante conscientizar a população sobre a prevenção e quais os cuidados devem ser tomados desde o início da vida.

A prevenção da osteoporose pode ser feita quando os primeiros sinais de descalcificação aparecem. A osteopenia, fase anterior da doença, e que pode evoluir para osteoporose, atinge 33% das brasileiras com mais de 55 anos. Na maioria dos casos, a osteopenia não é tratada e falta orientação à mulheres sobre os riscos de fraturas já nessa fase da doença.

Segundo a International Osteoporosis Foundation (IOF), a prevenção está calçada em um tripé básico baseado em:
- ingestão de uma dieta balanceada, com verduras, legumes e frutas, rica em cálcio, vitamina D e proteínas;
- prática regular de exercícios físicos para fortalecimento muscular e dos ossos;
- realização de exames para o diagnóstico precoce da doença visando o tratamento. O exame mais comumente utilizado é a densitometria óssea, que deve ser realizado de dois em dois anos para mulheres na pós-menopausa.

Os derivados do leite são indiscutivelmente superiores em conteúdo de cálcio:

• iogurte e queijo: a lactose (açúcar do iogurte) já foi parcialmente destruída, de modo que algumas pessoas que apresentam intolerância à lactose podem não sofrer rejeição ao iogurte e ao queijo. Atenção especial deve ser dada para o conteúdo de gordura comumente presente nesses derivados. Leite e derivados desnatados podem ser ricos em cálcio mesmo sem parte da gordura.

Há outros alimentos que podem ser consumidos com o objetivo de aumentar o aporte de cálcio, fundamental para a prevenção da osteoporose. São eles:

• grãos: o feijão encabeça a lista;

• brócolis: consuma-o, de preferência, cru;

• soja: escolha tofu, leite de soja e outros produtos de soja enriquecidos com cálcio;

• nozes: avelã, castanha de caju e amêndoa estão entre as melhores opções;

• frutas: figos e ameixas são ricos em cálcio;

• vegetais: alface, espinafre e repolho são ótimas escolhas. É preciso ressaltar, no entanto, que os alimentos vegetais são ricos em fibra e fitatos, que reduzem consideravelmente a capacidade de absorção do cálcio;

• salmão e sardinha: além de rico em cálcio, o salmão também é uma boa fonte de vitamina D.

Além disso, conheça outras atitudes relacionadas a mudanças no estilo de vida que contribuem para a prevenção à osteoporose:
- Tome sol, sem filtro solar apenas por 15 minutos, nos horários recomendados: antes das 10h e depois das 14h;
- Faça exercícios físicos como caminhada, corrida, ginástica, musculação e dança. Eles auxiliam no processo de formação da massa óssea nos jovens, mantém a densidade do osso nos adultos e retardam a perda de massa óssea nos idosos;
- Modere o consumo de sal e cafeína. Eles podem acarretar a perda de cálcio do organismo, especialmente se a ingestão de cálcio for inadequada.
Fonte: http://sejafirmeforte.com.br/

Nova droga para tratamento do diabetes tipo 2 é aprovada nos Estados Unidos: A Canaglifozina

Uma nova droga para  o tratamento do diabetes tipo 2, a

canaglifozina, foi aprovada nos EUA. O medicamento quando associado a

dieta e atividade física, melhora o controle glicêmico de pessoas

adultas portadoras de diabetes tipo 2.


A International Diabetes Federation calcula que o Brasil tenha 13.4

milhões de pessoas com de diabetes, das quais 90% são do tipo 2.

O diabetes tipo 2, na maioria das vezes,  é diagnosticado

tardiamente por ser uma doença  pouco sintomática e, quando não adequadamente

tratada, evolui com complicações cardiovasculares, renais, oculares e no sistema nervoso.

A Canaglifozina é o primeiro medicamento aprovado pertencente a um grupo de medicamentos capazes de reduzir a glicose no sangue por inibirem a reabsorção de glicose pelo

rim ,e assim aumentarem a sua eliminação pela urina.

Nove estudos clínicos que envolveram 10.285 pessoas portadoras de diabetes tipo 2, avaliaram a segurança e eficácia da droga.

Estes estudos mostraram melhora nos níveis sanguíneos da hemoglobin-glicada e da glicemia de jejum.

A canaglifozina foi estudada como medicamento único no tratamento do diabetes tipo 2 e associado a outros medicamentos como: metformina, sulfoniluréia, pioglitazona e insulina.

É contra-indicada em portadores de diabetes tipo 1, ou em presença de severa lesão renal ou, ainda, em pessoas que se submetem à diálise.

Estudos adicionais foram solicitados pela FDA (Food and Drug Administration), para avaliar:



. Segurança cardiovascular adicional.

. Ampliar o programa de farmacovigilância para monitoramento de

neoplasias, pancreatite aguda severa, reações de hipersensibilidade,

reações de fotosensibilidade, alterações hepáticas e outros efeitos adversos.

. Efeitos na massa óssea

. Estudo pediátrico sobre farmacocinética e farmacodinâmica

. Estudo pediátrico de segurança e eficácia.



Os efeitos colaterais mais comuns observados nos estudos foram:

candidíase vulvovaginal e infecção urinária. Devido a sua associação a um

efeito diurético, pode produzir uma redução no volume intravascular e a

possibilidade de hipotensão postural, podendo resultar em sintomas de

tontura e astenia.


A canaglifozina é fabricada pelo laboratório, Janssen Pharmaceuticals,

Inc., Titusville, N.J.

Fonte: SBD- Sociedade Brasileira de Diabetes

terça-feira, 4 de junho de 2013

LER E COMPREENDER OS RÓTULOS DOS ALIMENTOS

Ler e compreender os rótulos dos alimentos faz parte da rotina de uma alimentação saudável

Ao adquirir alimentos, muitas pessoas nem reparam o rótulo nutricional. Este é um grande erro. Ler e Compreeder os rótulos dos alimentos, faz parte da vida saudável. Nesse texto irei explicar com mais clareza, a importância de se analisar estas informações ,  o que significa cada uma, e assim poder te ajudar na escolha do alimento mais saudável.

O não entendimento dos rótulos dos alimentos, compromete de forma considerável a nossa saúde e principalmente para os que estão  em tratamento de perda de peso ou seguindo algum plano alimentar especial, por decorrência de alguma doença.

Veja o que cada item da tabela nutricional significa e fique atento as dicas que irão te facilitar à partir de agora, na leitura dos rótulos no momento das compras.

De acordo com a ANVISA, todos os rótulos nutricionais devem conter as seguintes informações: 

-| valor energético (calorias)
-| carboidratos
-| proteínas
-| gorduras totais
-| gorduras saturadas
-| gordura trans
-| fibra alimentar
-| cálcio
-| ferro
-| sódio

Os rótulos também devem fornecer o percentual de valor diário (%VD), que é o quanto  a porção do alimento contribui para atingir todos os valores diários recomendados de nutrientes (levando em consideração uma alimentação média de 2500 kcal).

Além de fornecer informações nutricionais, os rótulos devem informar o nome do produto, lista de ingredientes que compõe o produto, prazo de validade e forma de armazenamento.

REGRA N° 1:

“Quanto menos ingredientes, mais saudável é o alimento”.


Entenda o que significa cada item na informação nutricional


-> VALOR ENERGÉTICO:

É o total de calorias que o produto possui. As calorias equivalem a soma de carboidratos, proteínas e gorduras que transforma-se em energia para que o nosso corpo possa realizar suas funções vitais. Não se preocupe somente com o valor calórico dos alimentos. Ao invés de ficarem contabilizando calorias, devem sim, terem a preocupação de avaliarem os nutrientes, vitaminas e minerais desse alimento.


-> CARBOIDRATO:

Nutriente que fornece energia primária ao organismo. Recomendo que priorize os carboidratos ricos em fibras, como o pão e o arroz integral. Além de fornecer mais saciedade, o açúcar chega de forma mais lenta ao sangue, mantendo assim a glicemia na corrente sanguínea estável.


-> PROTEÍNAS:

Nutriente importante pela construção de células, tecidos, músculos e órgãos. São encontrados nas carnes, ovos, leites e derivados e feijões em geral. Para saber se a proteína é magra, fique atenta com a quantidade de gordura. Ex: queijo branco possui menor teor de gordura que o queijo amarelo.


-> GORDURA TOTAL:

Também considerada fonte de energia, importante função no transporte de vitaminas lipossolúveis, além de outras funções no nosso organismo.  A gordura trans ( presente em alimentos industrializados que passaram pelo processo de hidrogenação) e saturada ( fontes de origem animal), devem ser consumidas de forma moderada e devemos restringir o seu consumo na rotina alimentar. É um grupo de gordura que aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e está diretamente relacionada ao aumento de colesterol. Já as insaturadas ( azeite extra virgem, castanhas, abacate) são benéficas, ajudando na prevenção e tratamento de doenças.


-> FIBRAS:

São vegetais, não digeridos pelas enzimas do sistema digestório. Promovem saciedade, possuem papel importante na regularização da função intestinal e controle da glicemia, atuando diretamente no processo de perda de peso. Preste sempre atenção nos rótulos e dê preferência à produtos com mais de 1,5g/porção. O consumo diário deve ser de 25 a 30 gramas/dia.


-> SÓDIO:

Mineral importante para manter a pressão osmótica do sangue e manutenção do equilíbrio hídrico, também desempenha papel na transmissão dos impulsos nervosos. Se consumido em excesso, pode elevar a pressão arterial, podendo acarretar em doenças coronarianas e hipertensão. Está presente em maior quantidade em alimentos industrializados, embutidos e enlatados.


-> CORANTES E ADITIVOS QUÍMICOS:

Substâncias químicas que são tóxicas ao nosso organismo. Interferem na função da tireóide, retardando o funcionamento do metabolismo. Aumenta a produção de radicais livres, além de interferir no mecanismo fome/saciedade.


REGRA N° 2:

“As quantidades nutricionais nos rótulos estão em ordem decrescente. O primeiro ingrediente é o que está em maior quantidade no produto”.


Sabendo a importância de todos esses nutrientes, poderão agora escolher os alimentos mais saudáveis para o consumo, visando sempre saúde e qualidade de vida. 

Seja consciente e leia sempre os rótulos dos produtos.

--
Dra Luciana Spina
Endocrinologista- Doutorado pela UFRJ
Programa de Diabetes e Hipertensão da SMSDC-RJ

sexta-feira, 3 de maio de 2013

EMBOLIA PULMONAR


A embolia pulmonar é causada pela obstrução das artérias dos pulmões por coágulos (trombos ou êmbolos) que, na maior parte das vezes, se formam nas veias profundas das pernas ou da pélvis e são liberados na circulação sanguínea. Apesar de mais raros, também existem casos de embolias gordurosas provocadas por traumas ou fraturas, de embolias aéreas (bolhas de ar) e de líquido amniótico.

A gravidade do quadro está diretamente correlacionada com o tamanho do êmbolo. Os maiores podem interromper completamente a circulação pulmonar. Essa condição pode ser mortal.


  • Causas

São fatores de risco para a embolia pulmonar a imobilidade prolongada, cirurgias extensas, câncer, traumas, anticoncepcionais com estrógeno, reposição hormonal, gravidez e pós-parto, varizes, obesidade, tabagismo, insuficiência cardíaca, idade superior a 40 anos, DPOC e distúrbios na coagulação do sangue.

  • Sintomas

Trombos pequenos ou aqueles que são rapidamente desfeitos podem não provocar sintomas, ou provocar sintomas leves que passam despercebidos. Quando os trombos são maiores ou, embora menores, mais de uma artéria pulmonar é afetada, os seguintes sintomas são indicativos da embolia pulmonar: dor torácica de início repentino ou que vai aumentando de intensidade, falta de ar, aceleração dos batimentos cardíacos e da respiração, palidez, ansiedade.

Pele e unhas azuladas (cianose), tosse seca ou com sangue, dor aguda no peito e febre podem ser sinais de oclusão de uma ou mais artérias do pulmão e de infarto pulmonar.

  • Diagnóstico

O levantamento da história clínica e dos fatores de risco do paciente são os primeiros passos para o diagnóstico da embolia pulmonar. Existem, no entanto, exames de laboratório e de imagem que ajudam a esclarecer a suspeita da doença. São eles: o d-dímero que pode ser realizado tão logo seja iniciado o atendimento, a gasometria arterial para medir o nível de oxigênio no sangue, a arteriografia pulmonar, a cintilografia de ventilação pulmonar, a tomografia computadorizada e a ressonância magnética.

O eletrocardiograma e a radiografia de tórax, embora inespecíficos, podem revelar alterações discretas provocadas pela embolia e infarto pulmonar.
Prevenção

Algumas situações podem representar risco maior para a formação de êmbolos nas veias. Se não for possível evitá-las, o uso de medicamentos anticoagulantes e trombolíticos em pacientes de alto risco, de meias elásticas, o reinício da atividade física rapidamente nos pós-operatórios e a realização de exercícios para movimentar as pernas durante os períodos de grande imobilidade, são medidas que ajudam a controlar o distúrbio.

  • Tratamento

O tratamento inicial da embolia pulmonar inclui a administração de oxigênio e de heparina, por via intravenosa, um medicamento de ação rápida que evita o aumento dos coágulos já existentes e a formação de novos coágulos. Essa droga costuma ser posteriormente substituída pela varfarina que produz os mesmos efeitos, mas tem ação mais lenta.  Esses medicamentos precisam ser utilizados com acompanhamento médico, pois aumentam o risco se sangramentos.

A implantação de um filtro na veia cava pode ser um recurso para o tratamento de pacientes com contraindicações para o uso de medicamentos anticoagulantes e nas recidivas, a fim de evitar que novos coágulos atinjam os pulmões.

A embolectomia (retirada do êmbolo pulmonar) é uma intervenção cirúrgica que deve ser considerada apenas nos quadros de embolia pulmonar maciça.

  • Recomendações

* Informe seu médico sobre os fatores de risco para o tromboembolismo em sua família;
* Procure manter o peso ideal para seu tipo físico e idade;
* Tente abandonar o cigarro, se você fuma;
* Fique em pé e caminhe pelo avião nas viagens longas. Nas viagens de carro ou de ônibus, não desperdice as oportunidades para descer do veículo e andar um pouco;
* Faça exercícios para estimular a musculatura das pernas e a circulação sanguínea sempre que for obrigado a permanecer muito tempo sentado ou imóvel;
* Procure movimentar-se tão logo seja liberado para levantar-se depois de um procedimento cirúrgico ou de um período de repouso.


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Óleo de coco emagrece e faz bem à saúde. Mito ou verdade?


O óleo de coco extra virgem é uma das substâncias mais procuradas para quem busca emagrecimento mais “saudável”, mas fique atento, pois as opiniões variam sobre o tema e segundo a Dra Luciana Spina, Médica Endocrinologista com Doutorado e Mestrado em Endocrinologia pela UFRJ, o resultado da ingestão desse complemento alimentar pode ter efeito inverso ao esperado.

O óleo de coco é um produto que deriva da espécie cocos nuciferas (essa espécie de coco é da família das palmeiras, é a única classificada no gênero de cocos, sua origem é do nordeste da América do Sul). Esse óleo vegetal, conhecido também como manteiga de coco, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído a partir da polpa do coco fresco e maduro por processos físicos.

São inúmeras as promessas vinculadas ao uso contínuo do produto: emagrecedor “natural”, reduzir as taxas dos triglicerídeos e do mau colesterol (LDL), além do aumento do bom colesterol. Assim, ele é facilmente encontrado em farmácias e lojas de produtos naturais, com preço que pode variar entre R$ 25,00 e 108,00 – por sessenta cápsulas – ou de R$ 29,00 à 45,00 – a embalagem de 200ml,  na versão líquida.

Um estudo conduzido por pesquisadores do Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC/UFRJ) verificou indícios de que a ingestão de óleo de coco aumenta o nível do colesterol bom. A pesquisa foi realizada para a dissertação de mestrado de Christine Erika Vogel, orientada pelas professoras-adjuntas Márcia Soares da Mota e Eliane Lopes Rosado, do setor de Nutrição Clínica do INJC e publicada no site da UFRJ.

“- A ideia da pesquisa surgiu do fato de a literatura científica apontar a importância da qualidade do lipídio ingerido como um adjuvante no tratamento dietoterápico da obesidade. Estudos prévios propuseram que os triglicerídeos de cadeia média (TCM), tipo de lipídio encontrado no óleo de coco, favorecem a perda de peso por induzirem o aumento do gasto energético basal e da termogênese induzida pela dieta” — esclarece Márcia Soares, em matéria publicada no site da UFRJ.

O estudo foi realizado da seguinte forma: vinte e nove homens, entre 20 e 59 anos, obesos de grau 1, participaram da pesquisa. O primeiro passo foi fazer exame de sangue para verificar os parâmetros bioquímicos — colesterol, insulina, glicose e lipídios. Também foram considerados: a massa corporal, os percentuais de massa magra e massa gorda.  Em seguida, os pacientes foram divididos aleatoriamente em dois grupos. “Ambos fizeram uma dieta que consistia no consumo de pão branco, queijo cottage, creme cracker e suco industrializado. Porém, um grupo teve que ingerir 13g de óleo de coco extravirgem, enquanto o segundo ingeria a mesma quantidade de óleo de soja”,   explica Soares.

Posteriormente, os pesquisadores formularam uma dieta balanceada para os voluntários. No jantar, metade teria que consumir 13g de óleo de coco, como tempero, e a outra metade 13g de óleo de soja. Após 45 dias novos testes sanguíneos comprovaram as expectativas do estudo, evidenciando o aumento dos índices do colesterol HDL nos pacientes que utilizaram o óleo de coco, que ainda reduziu as taxas de glicemia – glicose em jejum – e a resistência à insulina, fatores positivos para prevenção e controle do diabetes, relatam os pesquisadores. Apesar dos resultados a professora Márcia Soares alerta: “ainda não se pode, a partir desses dados preliminares garantir uma recomendação populacional de uso do óleo de coco, pois há a necessidade de expandirmos o tempo de estudo e aumentarmos o número de voluntários, visando à confirmação dos efeitos benéficos.”

O alerta da pesquisadora é ratificado  e ampliado pela Dra, Luciana Spina, que em entrevista concedida ao Portal do Consumidor afirmou que: “O óleo de coco não dever ser usado para emagrecer. Óleo de coco é gordura saturada, e, em tese,  é uma gordura ruim.”

A Especialista Titulado em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia afirma que não há uma comprovação cientifica que esse óleo funcione e explica que os resultados positivos atribuídos ao produto não são verdadeiros. A médica nos relatou que em seu consultório alguns pacientes que usaram o óleo de coco  por conta própria não perderam peso e, em alguns, até tiveram aumento do LDL colesterol (conhecido como colesterol ruim), responsável pelo mecanismo de aterosclerose.

Ao perguntamos a Dra. Spina qual o conselho que ela daria para quem faz uso contínuo desse produto em busca dos benefícios à saúde. Ela é categórica: “Usar óleo de coco para emagrecer é um mito. Não existe comprovação científica desse benefício. O meu conselho é seguir uma dieta balanceada, praticar atividade física e consumir óleos ricos em ômega 3 que são benéficos para a saúde.”

Fica a dica!

A Dra Luciana Spina é Médica Endocrinologista com Doutorado e Mestrado em Endocrinologia pela UFRJ. Especialista Titulado em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Site: www.lucianaspina.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Alerta: Uso de HCG para emagrecer pode ser prejudicial


Delegada apura se tratamento de emagrecimento com HCG tem relação com óbito de Márcia, de 35 anos.

A suspeita de que o uso de medicação para emagrecer pode ter contribuído de alguma forma para a morte da secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Márcia Santana, levou a Polícia Civil a abrir uma nova frente de investigação no caso.

Márcia, 35 anos, foi encontrada morta no banheiro de sua casa no dia 13. Desde então, a hipótese mais provável era de que a secretária tinha sido vítima de um mal súbito.

Um resultado preliminar da perícia sobre a causa da morte levou a polícia a direcionar a investigação para o tratamento de emagrecimento que Márcia estava fazendo junto com o marido, Claudiomiro Ambrózio. Entre as medicações prescritas ao casal — conforme atestam o depoimento do marido e o receituário apreendido pela polícia — está o HCG injetável.

Chamou a atenção da polícia por se tratar de um medicamento cujo uso não é aprovado por médicos e entidades como a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia para tratamento de obesidade. O HCG (hormônio da gravidez) é usado em tratamentos para a infertilidade, segundo a Anvisa. A polícia quer saber se o HCG ou a combinação de remédios prescritos por um cirurgião plástico podem ter alguma relação com a morte.

A polícia apurou que Márcia e o marido começaram a tomar injeções diárias de HCG uma semana antes da morte. O medicamento teria sido vendido e aplicado pelo próprio médico no consultório. As circunstâncias deste atendimento estão sob investigação, já que o Código de Ética Médica proíbe que médicos vendam medicações.

No consultório, a polícia apreendeu injeções preparadas para aplicação e também embalagens indicando que o HCG foi importado da Alemanha e da Argentina. Conforme a delegada Nadine Tagliari Farias Anflor, a agenda do consultório revelou que o tratamento é corriqueiro para o cirurgião.

Segundo a polícia, ele admitiu atender entre dois e quatro pacientes com a mesma prescrição por dia. A delegada aguarda o resultado da perícia:

— Vamos verificar se os medicamentos contribuíram ou não para a morte.

Entidades desaprovam uso de hormônio
Logo depois da morte de Márcia Santana, policiais apreenderam na residência dela dois frascos de medicação. Cada embalagem custou R$ 1,4 mil e serviria para uma semana de tratamento.

O material está sendo analisado por peritos. Em menos de uma semana de tratamento, que foi aliado à dieta alimentar, Márcia e o marido já haviam perdido quatro quilos cada um.
Maria Edna, endocrinologista e diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), afirma que, se uma pessoa conseguir mudar o hábito alimentar, perderá peso, mesmo sem tomar remédio. A associação desaconselha o uso de terapias sem fundamento científico, como o HCG.

O risco do uso excessivo de hormônios como o HCG, que podem levar ao desenvolvimento de câncer, fez o Conselho Federal de Medicina emitir, ano passado, uma resolução proibindo a prescrição deste tipo de substância em tratamentos antienvelhecimento. Até o momento, a entidade não recebeu consulta sobre a indicação do HCG para emagrecimento. Se receber, fará um estudo para emitir parecer.

Já em Mato Grosso do Sul, o conselho emitiu parecer: "O uso do HCG no tratamento de obesidade não é recomendado por não apresentar evidências científicas que corroborem a sua eficácia, bem como trata-se de terapêutica com malefícios". Segundo a médica Rosana Leite de Melo, que assinou o parecer, há trabalhos científicos indicando que o uso do HCG pode causar embolia pulmonar e outros efeitos colaterais graves:
— Não existem registros de morte ou de pessoas que tenham sofrido esses efeitos decorrentes do uso do HCG justamente porque é um tratamento para emagrecer não indicado. Por isso, achamos importante divulgar para que os pacientes conheçam os riscos. Uma coisa é estar sujeito a esses riscos para fazer um tratamento de fertilidade, com acompanhamento médico correto, e para o qual o HCG é indicado. Outra coisa é usar o HCG e correr esses riscos sem que o resultado para emagrecer tenha comprovação.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) também desaprova a prescrição do HCG para quem busca reduzir peso.

— Temos diretrizes sobre tratamento para emagrecer e nelas não consta o uso de HCG. Ele não tem nenhum fundamento científico — diz o endocrinologista Airton Golbert, ex-presidente da SBEM.

Fonte: Blog: Dra. Graciele Tombini - Endocrinologista - Porto Alegre

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Entendendo a Cirurgia Bariátrica


O número de obesos aumenta no mundo a cada dia e a cirurgia bariátrica vem se tornando um importante aliado no tratamento de pacientes com obesidade grau 3. Conheça as 10 coisas que você precisa saber sobre este procedimento.
1 - Gastroplastia, também chamada de Cirurgia Bariátrica, Cirurgia da Obesidade ou ainda de Cirurgia de redução do estomago, é, como o próprio nome diz, uma plástica no estômago (gastro = estômago, plastia = plástica), que tem como o objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.
2 -  Esse tipo de cirurgia está indicado, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para  pacientes com IMC acima de 35 Kg/m², que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue, problemas articulares, ou pacientes com IMC maior que 40 Kg/m², que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos.
3-    Existem três tipos básicos de cirurgias bariátricas. As cirurgias que  apenas diminuem o tamanho do estômago, são chamadas do tipo restritivo (Banda Gástrica Ajustável, Gastroplastia vertical com bandagem ou cirurgia de Mason e a gastroplastia vertical em “sleeve”). A perda de peso se faz pela redução da ingestão de alimentos. Existem, também, as cirurgias mistas, nas quais  há a redução do tamanho estomago e também um desvio do trânsito intestinal, havendo desta forma, além da redução da ingestão, diminuição da absorção dos alimentos. As cirurgias mistas podem ser predominantemente restritivas (derivação Gástrica com e sem anel) e predominantemente disabsortivas (derivações bileopancreáticas).
4-  Apesar de cada caso precisar ser avaliado individualmente, a todos aqueles irão realizar a cirurgia devem ser submetidos a  uma avaliação clínico-laboratorial a qual inclui além da aferição da pressão arterial, dosagens da glicemia, lipídeos sanguíneos, e outros exames sanguíneos, avaliação das funções hepática, cardíaca e pulmonar. A endoscopia digestiva e a ecografia abdominal são importantes procedimentos pré-operatórios. A avaliação psicológica também faz parte dos procedimentos pré-operatórios.  Pacientes com instabilidade psicológica grave, portador de transtornos alimentares (como, por exemplo, bulimia), devem ser tratados antes da cirurgia.
5- Na maioria dos casos, com a cirurgia bariátrica, além de perder grande quantidade de peso, o paciente  tem os benefícios da melhora, ou mesmo cura, do seu diabetes, controle da pressão arterial, dos lipídeos sanguíneos, dos níveis de ácido úrico, alívio das dores articulares.
6-  Do ponto de vista nutricional, os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados por longo tempo, com objetivo de receberem orientações específicas para elaboração de uma dieta qualitativamente adequada. Quanto mais disabsortiva for a cirurgia, maior a chance de complicações nutricionais, como anemias por deficiência de ferro, de vitamina B12 e/ou ácido fólico, deficiência de vit D e cálcio e até mesmo desnutrição, nas cirurgias mais radicais. Reposições vitamínicas são feitas após a cirurgia e mantidas por tempo indeterminado. A diarreia pode ser uma complicação nas cirurgias mistas, principalmente na derivação bileopancreática.
7-  A adesão ao tratamento deverá ser avaliada, uma vez que pacientes instáveis psicologicamente podem recorrer a preparações de alta densidade calórica, de baixa qualidade nutricional, que além de provocarem hipoglicemia e fenômenos vasomotores (sudorese, taquicardia, sensação de mal-estar), colocam em risco o sucesso da intervenção à longo prazo, porque reduzem a chance do indivíduo perder peso.
8 - A cirurgia antiobesidade é um procedimento complexo e apresenta risco de complicações. A intervenção impõe uma mudança fundamental nos hábitos alimentares dos indivíduos. Portanto, é primordial que o paciente conheça muito bem o procedimento cirúrgico e quais os riscos e benefícios da cirurgia. Desta forma, além das orientações técnicas, o acompanhamento psicológico e o apoio da família são aconselháveis em todas as fases do processo.
9 -  Em alguns casos, uma cirurgia plástica para retirada do excesso de pele é necessária. A mesma poderá ser feita quando a perda de peso estiver totalmente estabilizada, ou seja, depois de aproximadamente dois anos.
10 - Mulheres que realizam cirurgia bariátrica  devem aguardar pelo menos 15 a 18 meses antes de engravidar. A grande perda de peso logo após a cirurgia pode prejudicar o crescimento do feto.
Consultoria: Dra. Rosana Radominski – presidente da Abeso, que integra um dos Departamentos Científicos da SBEM.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Conheça o Método PronoKal® para emagrecimento

O Método PronoKal® é um programa personalizado de perda de peso, seguro e eficaz, sob controle médico rigoroso. A finalidade do método é a manutenção do peso perdido, conseguida graças à reeducação alimentar e manutenção do programa à longo prazo.

Nas fases iniciais, o método está baseado em uma Dieta Proteinada, com fornecimento de proteínas de alto valor biológico ajustado às necessidades de cada organismo. Depois de superada esta primeira etapa, quando a perda de peso é expressiva, segue-se uma série de fases, onde são incorporados os diferentes grupos de alimentos até se chegar a uma dieta equilibrada.

A perda de peso acentuada nas primeiras fases, sem sensação de fome e com disposição física, se deve ao processo de cetose desencadeada pela restrição de ingestão de carboidratos.

A cetose deve ser controlada por um médico formado no Método PronoKal® que avaliará, na primeira consulta, se o paciente pode realizar o tratamento ou apresenta alguma contra-indicação.

Menores de 16 anos não podem realizar o tratamento, assim como os maiores de 65 anos.

Uma das vantagens desse método é que a perda é muito mais rápida que em outras dietas, e que se perde um percentual maior de massa gorda onde houver mais gordura localizada.

Para se evitar fraqueza, caimbras e anemias é importante a administração adequada de suplementos de sódio, potássio, magnésio, cálcio, vitaminas e outros minerais. Para isso o acompanhamento médico e a realização de exames são fundamentais.

Basicamente a dieta consiste em substituir as refeições por envelopes que contêm proteínas de alto valor biológico de origem ovo-lácteo-vegetariana. Os envelopes têm 15 gramas de proteína cada um.

Após o tratamento seu peso será mantido se você passar por todas as etapas e assimilar a reeducação alimentar em cada fase. Entretanto, se depois de terminar o tratamento você voltar a comer desequilibradamente, voltará a ganhar peso. Somente a reeducação alimentar garantirá resultados à longo prazo!